Nessa noite embriagada de poesia
Vejo sua face enquadrada
Um olhar me persegue pela sala
à cama
à porta
à janela...
Aguardo o som estridente dum telefone
Há muito mudo.
Escambo livros com a estante
A poesia evapora na minha boca...
Entre Eduardo e Anais
É por você que desespero nessa cama vazia.
Maya.
30.01.09 23:48
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
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