Quero-te mais do que saberia dizer
Porque te quero na vida e em mim
Seja o Amor que me transborda todos os dias.
Maya.
28.05.08
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Faz-me Tua
Faz-me tua de algum jeito
Me rega e germina
Me vela e nega
Me beija e alucina
Se esfrega
Faz-me tua de algum jeito
Me acorda fera
Me dorme bailarina
Me enfeita de menina
Se entrega
Me roda à dançarina
Mas faz-me tua de algum jeito.
Maya.
29.10.08
Me rega e germina
Me vela e nega
Me beija e alucina
Se esfrega
Faz-me tua de algum jeito
Me acorda fera
Me dorme bailarina
Me enfeita de menina
Se entrega
Me roda à dançarina
Mas faz-me tua de algum jeito.
Maya.
29.10.08
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Noturno
Nessa noite embriagada de poesia
Vejo sua face enquadrada
Um olhar me persegue pela sala
à cama
à porta
à janela...
Aguardo o som estridente dum telefone
Há muito mudo.
Escambo livros com a estante
A poesia evapora na minha boca...
Entre Eduardo e Anais
É por você que desespero nessa cama vazia.
Maya.
30.01.09 23:48
Vejo sua face enquadrada
Um olhar me persegue pela sala
à cama
à porta
à janela...
Aguardo o som estridente dum telefone
Há muito mudo.
Escambo livros com a estante
A poesia evapora na minha boca...
Entre Eduardo e Anais
É por você que desespero nessa cama vazia.
Maya.
30.01.09 23:48
Mosaico
Em cada amor aprendo quem sou.
Em cada manhã reinvento descobertas...
O impulso, o êxtase, o olhar
O verde absorvente,
A contradição do mar.
Sozinha formo o molde
Em que fixo o lugar onde estou.
No espelho, o rosto que expressa
uma cor que me desenha.
Antes o percurso, o labirinto, as veredas
A ida e a volta
Em que me descubro inteira.
Plena de sedas, risos,
Acolhidas macias entre a avidez das mãos
E as cicatrizes invisíveis.
Não mais o medo e sim o dia.
Com outra luz por dentro
O prosseguir da vida.
Maya.
10.01.09
Em cada manhã reinvento descobertas...
O impulso, o êxtase, o olhar
O verde absorvente,
A contradição do mar.
Sozinha formo o molde
Em que fixo o lugar onde estou.
No espelho, o rosto que expressa
uma cor que me desenha.
Antes o percurso, o labirinto, as veredas
A ida e a volta
Em que me descubro inteira.
Plena de sedas, risos,
Acolhidas macias entre a avidez das mãos
E as cicatrizes invisíveis.
Não mais o medo e sim o dia.
Com outra luz por dentro
O prosseguir da vida.
Maya.
10.01.09
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Do encontro
Te encontro
Réstia de sonho,
Vento a perfurar-me...
Mesmo que fujas fingindo um suspiro
Olhar oblíquo,
Amanhã
Mar adentro de tormenta calma.
Até quando, doce encanto
Seguirei colecionando os fragmentos que espalhaste?
Quando por fim, despido de miragem,
Tocarei teu secreto coração?
Maya.
29.01.09
Réstia de sonho,
Vento a perfurar-me...
Mesmo que fujas fingindo um suspiro
Olhar oblíquo,
Amanhã
Mar adentro de tormenta calma.
Até quando, doce encanto
Seguirei colecionando os fragmentos que espalhaste?
Quando por fim, despido de miragem,
Tocarei teu secreto coração?
Maya.
29.01.09
Arrepio
O arrepio é quando,
Por serem tão leves
Seus dedos conseguem
Em cada um dos meus poros
Desabrochar uma flor.
Maya
29.01.09
Por serem tão leves
Seus dedos conseguem
Em cada um dos meus poros
Desabrochar uma flor.
Maya
29.01.09
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